10 mil pessoas tomam as ruas no entorno do Maracanã na Final da Copa das Confederações

Milhares de pessoas protestaram das dez horas da manhã ao início da noite nos arredores do Estádio, resistindo inclusive à violência policial. Mobilizado pelo Comitê Popular da Copa e pelo Fórum de Lutas Contra o Aumento da Passagem, o ato exigia o fim das remoções na Cidade do Rio de Janeiro, denunciava a privatização do Complexo Esportivo e a falta de investimento na Educação e na Saúde.

Com  a presença do vereador Renato Cinco, cujo mandato acompanha a luta contra as remoções e a construção do Comitê Popular da Copa, o ato foi construído por diversos movimentos sociais como o Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM),o Fórum Estadual de Saúde e o Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública, além da Federação Nacional de Torcedores.

Comunidades ameaçadas de remoção como a da Indiana e a Vila Autódromo também foram importantes protagonistas do protesto, que  ocorreu durante toda a manhã de forma pacífica, animada pela Brigada de Agitadores Culturais e pelo Bloco do Nada.

No entanto, contrastando com o apoio da população dos prédios e residências do bairro aos manifestantes, a aproximação da marcha do Estádio a a tarde foi respondida pela Polícia com uma violenta repressão que transformou a área do Maracanã em uma verdadeira zona de guerra.

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