Direitos humanos para todos

Anistia Internacional inaugura sede no país e lança relatório sobre os direitos humanos no Brasil e em outros 159 países.

600500_577821855595873_284511045_nA Anistia Internacional lançou, na última quarta-feira (23), o relatório anual “O estado dos direitos humanos no mundo”. O relatório analisa a situação dos direitos humanos em 159 países no ano de 2012, inclusive, no Brasil. O capítulo que trata do nosso país aborda temas como a segurança pública, tortura, direito à terra, direito à moradia, defensores e defensoras dos direitos humanos. O documento destaca ainda a importância da instalação da Comissão Nacional da Verdade, um passo contra a impunidade.

No lançamento, entre outros, estavam presentes: a coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, Julita Lemgruber; o presidente da Associação de Homens e Mulheres do Mar, Alexandre Anderson; a economista Sandra Quintela, do Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS); o presidente da Comissão de Direitos da Alerj, deputado Marcelo Freixo (PSOL) e o membro da Comissão de Direitos Humanos da Câmara do Rio Renato Cinco (PSOL).

Na ocasião, Renato Cinco destacou as irregularidades cometidas pela prefeitura do Rio nas políticas de recolhimentos compulsórios; Cinco lamentou ainda a aprovação do PL 7663/2010, pelo Congresso Nacional, que, entre outras medidas, beneficia as comunidades terapêuticas e prevê a prisão dos usuários de drogas ilícitas.

Além do Brasil, outros 47 países tem a situação relatada na versão em português do relatório. Foram escolhidos aqueles que possuem um vínculo forte com o país ou que se destacaram pela urgência de sua situação de direitos humanos em 2012. Em linhas gerais, o que está presente na análise dos países é que a passividade mundial no campo dos direitos humanos está afetando milhares de pessoas, entre refugiados, migrantes e aqueles que são desalojados de suas terras, considerados hoje os grupos mais vulneráveis do mundo. A violência de gênero, a desigualdade e a discriminação fazem das mulheres e crianças migrantes os alvos mais frequentes de violações e abusos de direitos humanos.

A Anistia Internacional também apresenta o relatório em versão online.

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