1º de maio: em luta contra o capital e as privatizações

A Plenária dos Movimentos Sociais do Rio (PMS), que reúne diversas entidades, organizações e militantes do movimento sindical e popular está convocando o Ato Unificado do 1º de Maio, Dia Mundial de Luta dos Trabalhadores e Trabalhadoras.

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Durante os últimos sete anos, a PMS tem estado a serviço das lutas de diversos setores da sociedade que combatem o modelo de desenvolvimento aplicado a ferro e fogo pelos governos federal, estadual e municipal. Esse modelo serve somente aos interesses das elites econômicas, deixando aos trabalhadores e setores populares apenas remoções, dívidas e uma brutal repressão.

Os megaeventos que se avizinham, tais como a Copa e as Olimpíadas, impõem uma agenda, para o próximo período, de organização maior da resistência dos movimentos sociais que se identificam na luta anticapitalista e na defesa de outra forma de organização social, econômica, política e ambiental no país.

Acreditamos que a realização de mais um 1º de Maio será um momento importante para a unidade e solidariedade do movimento sindical e popular na luta contra a privatização da saúde, da educação, dos transportes, da cultura, do lazer e dos espaços públicos, contra a entrega das riquezas do Pré-Sal, as remoções, a expulsão do homem do campo e a violação dos direitos trabalhistas e humanos.

Nosso 1° de Maio será, mais uma vez, um contraponto às “festas do trabalho” organizadas pelas classes dominantes através de suas centrais domesticadas, a serviço dos patrões e governantes de turno.

  • Pela manutenção dos direitos garantidos pela CLT, contra o ACE (Acordo Coletivo Especial), pelo fim do fator previdenciário e pela anulação da reforma da previdência.
  • Contra as privatizações da saúde (EBSERH e OS’s), da educação e dos bens e serviços públicos.
  • Contra os leilões do petróleo e a entrega do patrimônio público ao capital privado.
  • O Maraca é nosso e não se vende! Não às demolições do Estádio de Atletismo Célio de Barros, do Parque Aquático Júlio Delamare, da Escola Friedenreich e do antigo Museu do Índio.
  • Não às remoções forçadas, à internação involuntária e à privatização da cidade.
  • Contra a criminalização dos pobres e dos movimentos sociais, não aos ataques à liberdade sindical, não à aplicação da Lei Geral da Copa e ao uso de armas supostamente “não letais” pelas forças da repressão.

Concentração: 1º de maio, às 10h – Praça Afonso Pena e marcha até o Maracanã.

Confirme presença no evento no facebook e ajude a divulgar!

Fonte: Plenária dos Movimentos Sociais.

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